O Grande Concerto de Ano Novo, promovido pela Banda da Covilhã e União de Freguesias de Covilhã e Canhoso, realizou-se com a Igreja de S. Francisco completamente cheia, num ambiente de grande entusiasmo e emoção, confirmando-se como um dos momentos culturais mais marcantes do início do ano no concelho.
Perante uma plateia cheia e calorosa, viveu-se uma tarde verdadeiramente mágica, onde a música foi o elo entre gerações, sensibilidades e emoções. O programa, cuidadosamente construído, percorreu diferentes estilos, épocas e linguagens musicais, combinando repertório sinfónico contemporâneo, clássicos intemporais e momentos de grande energia festiva, sempre com elevados padrões artísticos.
Um dos pontos altos do concerto foi, uma vez mais, a valorização dos jovens talentos, vencedores do concurso internacional promovido pela Banda da Covilhã, que brilharam em palco e demonstraram não só excelência técnica, mas também maturidade musical e enorme sensibilidade artística. Estes momentos reforçam o caráter pedagógico, social e cultural do projeto da Banda, que há décadas desempenha um papel central na formação musical e humana de crianças e jovens.
Sob a direção musical do maestro Simão Francisco, a Banda da Covilhã apresentou-se com expressividade e entrega, sendo amplamente aplaudida pelo público, que respondeu com longas ovações ao longo do concerto. A Banda da Covilhã agradece a todos os músicos, solistas, entidades parceiras, público e apoiantes que tornaram possível este momento inesquecível.
Deixamos o Testemunho da Professora Alexandra Fael:
“Na igreja fazia-se notar o frio gelado do exterior. O público posicionava-se da melhor forma para assistir ao concerto de Ano Novo pela Banda da Covilhã, evento apoiado e acarinhado pela União de Freguesias da Covilhã e Canhoso. Não tardou, o calor a fazer-se sentir pela fantástica abertura do concerto. Em sons melodiosos, festivos e coordenados, o Maestro Simão Francisco transmitiu ao público uma fantástica mensagem que sendo nós todos diferentes, vindos de ambientes diferentes conseguimos mostrar uma obra gloriosa. E, foi isso mesmo que aqueles músicos tão diferentes entre si, conseguiram num repertório tão diversificado encantar-nos com as músicas excelentemente selecionadas e interpretadas. Estivesse o ser humano tão sensível para as artes, não haveria tempo para o ódio, para a diferença, para a guerra. Parabéns a todos por nos terem proporcionado momentos tão bons e felizes!”